Conheça dispositivos de acessibilidade para deficientes visuais

Lar Doce Lar deste sábado, 16/3, realizou o sonho de Lisandra, que era morar com a família reunida novamente na casa onde cresceu, em Atibaia, São Paulo. Porém, ela perdeu a visão aos dez anos de idade. Daí a reflexão: como fazer a reforma e facilitar a vida da Lili, em vez de atrapalhar? Afinal de contas, ela levou um tempo para se adaptar e ter mobilidade em casa sem enxergar. Pensando nisso, a reforma foi feita com a ajuda de especialistas e dispositivos que possibilitam mais acessibilidade e qualidade de vida para uma pessoa com deficiência visual.

A reforma da casa de Lisandra no 'Lar Doce Lar' contou com adaptações para melhor acessibilidade da deficiente visual — Foto: TV Globo

A reforma da casa de Lisandra no ‘Lar Doce Lar’ contou com adaptações para melhor acessibilidade da deficiente visual — Foto: TV Globo

Já no início do quadro, Sérgio, o marido de Lisandra teve que cumprir um desafio, para garantir a participação dela no Lar Doce Lar. Vendado, dentre outras tarefas ele teve que usar o aplicativo “be my eyes” (seja meus olhos, em tradução livre), para separar R$22,60 em dinheiro e entregar ao Luciano. O “be my eyes” funciona assim: através dele qualquer pessoa com deficiência visual consegue ajuda de voluntários que serão seus olhos por meio da câmera do celular, auxiliando assim em qualquer tarefa.

Sérgio teve que realizar tarefas vendado e contou com ajuda de uma voluntária, via aplicativo de celular, para contar dinheiro — Foto: TV Globo

Sérgio teve que realizar tarefas vendado e contou com ajuda de uma voluntária, via aplicativo de celular, para contar dinheiro — Foto: TV Globo

Quem ajudou o Sérgio pelo aplicativo foi a Gianeide Santos, de Belém do Pará. A boa notícia é que, assim como a Gianeide qualquer pessoa que enxerga pode se voluntariar para ajudar via app.

Sergio usa aplicativo que ajuda os deficientes visuais

Sergio usa aplicativo que ajuda os deficientes visuais

E como outro sonho da Lisandra era ter um cão-guia, o Caldeirão foi até o Instituto Magnus, o maior centro de treinamento de cão-guia da América Latina, para buscar esse fiel escudeiro para a Lili. Situado na cidade de Salto de Pirapora, no interior de São Paulo, a instituição é uma iniciativa filantrópica que se propõe a ajudar pessoas que precisam e não têm recursos para comprar um cãozinho treinado para guiá-las.

Fonte: GShow