Atletas com baixa visão se destacam na natação paralímpica

Programa Especial desta semana é dedicado à natação paralímpica. Neste episódio, nossa repórter Fernanda Honorato, que tem síndrome de Down, entrevista Maria Carolina Santiago, nadadora, que tem baixa visão. Ela é medalhista de ouro.

A equipe esteve ainda com Douglas Matera, nadador paralímpico, que também tem deficiência visual e foi campeão no Parapan de Lima, em 2019, e Cynthia Boenne, uma das técnicas dele.

De pé, na borda da piscina, Maria Carolina, de maiô vermelho e touca de natação, com as mãos nas laterais dos óculos

A nadadora Maria Carolina Santiago representará o Brasil nos Jogos Paralímpicos de Tokyo, por Divulgação/TV Brasil

Em entrevista à Fernanda Honorato, Maria Carolina, portadora da síndrome de Morning Glory – que compromete a visão pela má-formação do nervo óptico – , conta que começou a nadar na infância e, em 2018, passou a competir na natação paralímpica. Foi medalhista de ouro e recordista nos 100m costas S12, no Parapan de 2019, em Lima.

Leonardo Tomasello, técnico da atleta, também fala à Fernanda como é a rotina de treinos de Maria Carolina.

Douglas Matera, que tem deficiência visual, fala sobre a carreira no esporte

Douglas Matera, que tem deficiência visual, fala sobre a carreira no esporte, por Divulgação/TV Brasil

Já o nadador Douglas Matera, além de destacar fatos importantes da carreira, explica as classes da natação paralímpica. Ele compete na classe S13, para nadadores com baixa visão, devido à retinose pigmentar, uma doença degenerativa da retina que causa a perda da visão gradativamente.

Cynthia Boenne, uma das treinadoras de Douglas, afirma que ele é focado, talentoso e disciplinado.

Sentadas lado a lado, Fernanda Honorato com o microfone do Programa Especial, na mão esquerda, direcionado para Maria Carolina

Fonte: EBC E TV BRASIL